quinta-feira, 27 de agosto de 2015

EXCESSO DE PESO ATINGE MAIS DA METADE DE ADULTOS NA CAPITAL BAIANA

Os soteropolitanos devem ficar mais preocupados em manter o peso ideal. Quase a metade da população da
capital baiana acima de 18 anos está com excesso de peso.

Mais da metade da população adulta de Salvador está com excesso de peso. Segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel – 2014), do Ministério da Saúde (MS), 52,2% dos adultos estão acima do peso. 
Em Salvador, o consumo de frutas e hortaliças é baixo. Só 29,7% dos adultos consomem esses alimentos, em cinco ou mais dias por semana, e 19,7% substituem refeições por lanches sete ou mais vezes por semana.
Não há dados que relacionem diretamente obesidade e mortes, mas, segundo o MS, no Brasil 74% dos óbitos são causados por doenças crônicas não transmissíveis, como os problemas cardiovasculares, hipertensão e diabetes, que estão relacionados ao excesso de peso, má alimentação e falta de atividade física.
Neste contexto, com a saída do Brasil do mapa da fome, a qualidade da alimentação e o aumento de pessoas acima do peso têm sido alvos de preocupação. 
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2013, 52,4% da população do Espírito Santo estava com o Índice de Massa Corporal (IMC) acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Do total, mais mulheres do que homens apresentaram excesso de peso. 54,6% delas estavam com uns "quilinhos a mais". Já entre os homens, 50,1% estavam acima do peso ideal.

Já o número de capixabas obesos, com IMC acima de 30, teve uma expressividade maior ainda das mulheres. 22,1% delas estavam obesas, enquanto 13,1% dos homens apresentavam obesidade.

Três em cada dez bebês brasileiros tomam refrigerante antes dos dois anos
Os resultados do Espírito Santo não fogem dos resultados obtidos pela pesquisa nacionalmente. Mais da metade da população brasileira apresentou excesso de peso: 56,9 %. Cerca de 82 milhões de pessoas apresentaram o IMC igual ou maior do que 25. O resultado indica uma prevalência maior de excesso de peso também no sexo feminino, com 58,2 %. Os homens estiveram com 55,6%.

Em todo o País, uma em cada quatro mulheres de 18 anos ou mais de idade (24,4%) era obesa em 2013, enquanto, entre os homens, o percentual era de 16,8%. A obesidade chegou a 32,2% nas mulheres com idade de 55 a 64 anos, contra 23% nos homens.

A pesquisa aferiu, também, a circunferência abdominal dos capixabas. Também neste quesito, as mulheres apresentaram uma "barriga maior". 43,5% das mulheres estavam com a circunferência acima de 88 centímetros, em 2013, enquanto 16% dos homens estavam com circunferência acima de 102 centímetros.

Pressão arterial
No Espírito Santo, a pesquisa também aferiu a pressão arterial dos capixabas. 7,4% das mulheres pesquisadas estavam com pressão baixa. Já 2,9% dos homens apresentaram pressão baixa.


Já na análise de pressão alta, o número de capixabas é maior. 20,3% das mulheres e 23,3% dos homens estão com pressão alta. O nível, porém, é o menor de toda a região Sudeste do País.

São Paulo terá mais uma Virada Sustentavel

A Virada Sustentável é um evento cultural que reúne atrações (música, teatro, dança, instalações, exposições) que têm a sustentabilidade e seus diferentes temas (mudanças climáticas, biodiversidade, água,
reciclagem, diversidade, direitos humanos, mobilidade urbana etc) como conteúdo principal. Realizada pela empresa Virada Sustentável Eventos, em parceria com o poder público local, empresas patrocinadoras e organizações da sociedade civil, a Virada Sustentável é um movimento sem fins lucrativos, que além de promover atrações gratuitas e abertas ao público, estimula e acolhe ações e eventos paralelos aderentes ao conteúdo proposto.


Funciona também como um laboratório de práticas sustentáveis nas cidades por onde passa, estimulando governos e empresas locais a adotarem soluções sustentáveis em temas como mobilidade urbana (caminhada, bicicleta e uso do transporte público), inclusão de pessoas com deficiência (acessibilidade, necessidades especiais) e empoderamento do espaço público (parques e praças).

Leia também: Saskia Sassen-Abre a Virada Sustentavel

Você também pode acompanhar as novidades e ver a programação completa da Virada Sustentável no site oficial: http://www.viradasustentavel.com/

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Culinária Japonesa pelo Chef Carlos Ribeiro

Será lançado, em Salvador, nesta quinta-feira, 27 de agosto, das 19h às 22h o livro “Culinária Japonesa para brasileiros” no Atelier Flávia Rivera.  

Além de lançar sua obra na capital baiana com degustação de saquê para os convidados, o Chef Carlos Ribeiro, que comanda o ‘Na Cozinha Restaurante e Escola de Gastronomia’, em São Paulo, vai aproveitar a estrutura da cozinha experimental para realizar uma aula-show, onde irá executar uma das receitas do livro: o Nikujagá, cozido de carne com tubérculos, batata e cenoura.

O livro
A publicação resgata variados pratos típicos de cada região do Japão e traz uma nova adaptação para os ingredientes
encontrados no Brasil. Ricamente ilustrado, o livro “Culinária Japonesa para brasileiros” apresenta diversas receitas de pratos salgados, doces, frios e quentes, que refletem a tradição culinária do Japão e do Brasil, assim como o fértil intercâmbio cultural entre os dois países na área de gastronomia. Traz ainda as possibilidades de harmonização das receitas com saquês e vinhos, e deliciosas sugestões de cardápios completos, com acompanhamentos e sobremesa, para quem busca novos sabores na cozinha.
Serviço
Curso: Aula Show de culinária japonesa com o Chef Carlos Ribeiro e lançamento do livro “Culinária Japonesa para brasileiros” em Salvador.
Data: 27 de agosto (quinta-feira).
Horário: 19h às 22h.
Valor: R$ 145,00 por pessoa.
Mais informações: (71) 3346-4600.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Pequeno Dicionario da Cozinha Baiana

Verbete-R Roupa Velha

Minha avó já dizia, "Sabe mandar, quem sabe fazer", resposta rápida e acertada, e ela sim que sabia, 
tanto administrar quanto fazer uma deliciosa comida cheia de historia e sabedoria.  
Um pedacinho da vida "A beleza maior da cozinha é essa alquimia: ir descobrindo como as coisas acontecem, aprender com os temperos, com a colher de pau, as misturas que fazemos....", que se assemelha muito a todo nosso cotidiano em escolhas e que por vezes demonstram nossa habilidade e nosso caráter.

A Roupa Velha, é mais um prato de aproveitamento na cozinha da Bahia, ele nós remete a Cultura Cubana, onde a escarces de produtos criou a Ropa Vieja, um similar claro,  que com produtos locais.


Não existe uma receita, mas inúmeras de Roupa Velha é o aproveitamento das carnes do Cozido ou da Feijoada ou de um assado, que eram reaproveitadas transformando-se em um prato novo.
Esta pratica,  comum nas cozinhas de mulheres que a partir desse lugar periférico que se encontravam, nos limites da sociedade, entre outros grupos de minorias, nos falam através de documentos e receitas que foram difundidas através da história, contando-nos sobre as violências e humilhações que sofreram, sobre seus prazeres de ontem e também sobre suas decepções e sentimentos mais profundos.

Podemos perceber à relação entre às receitas relativas ao hibridismo étnico-cultural, que a Bahia recebeu, em suas receitas, de países europeus como Portugal, Inglaterra, França e Espanha. 

Estes trouxeram para a nossa culinária comidas não só a Roupa Velha, que estamos falando hoje, feita a partir de restos de lombo assado, como também o Almoço Fresco, que já falamos aqui, e a Malassada, inspirado no prato típico inglês roast beef abrasileirado por nós, uma carne mal assada, onde as cozinheiras baianas, como ocorreram com outras receitas, aperfeiçoaram-no e deram-lhe outro cheiro e sabor.

Receita de Roupa Velha
Ingredientes:
Serve: 2 
1 cebola pequena batidinha

1 colher (sopa) de manteiga
1 pimentão verde cortado em tirinhas
2 xícaras de carne assada
Pimenta-do-reino a gosto
6 ovos
1 pitada de sal
2 colheres (sopa) de leite

Modo de preparo:
Numa panela, doure a cebola batidinha na manteiga. 
Junte o pimentão limpo e cortado em tirinhas.
Desfie a sobra de carne e refogue na mistura do pimentão. Tempere com um pouco de pimenta-do-reino.

Bata os os vos como para omelete com o leite e uma pitada de sal. Despeje sobre a carne e mexa com um garfo até que os ovos estejam cozidos. Sirva com arroz e feijão.

Prêmio Veuve Clicquot Best Female Chef América Latina 2015

A chef carioca Roberta Sudbrack é a grande vencedora do Prêmio Veuve Clicquot Best Female Chef América Latina 2015, eleita por mais de 250 críticos que visitaram o restaurante dela ao longo do último ano.


O prêmio é inspirado na vida da Madame Clicquot, que há cerca de 200 anos é referência para as mulheres no mundo dos negócios.

A frente do restaurante carioca que leva o seu nome, Roberta receberá o prêmio durante a cerimônia de gala de “Os 50 Melhores Restaurantes da América Latina”, realizada no próximo dia 23 de setembro, na Cidade do México. Autodidata, abriu seu restaurante em 2008, que constantemente está entre os primeiros da lista dos 50 Melhores Restaurantes da América Latina.

A Maison sempre esteve associada a grandes nomes e referências internacionais do mundo enogastronômico. É parceira oficial do chef mais estrelado, o francês Joël Robuchon, e também da primeira edição do Guia Michelin Rio de Janeiro & São Paulo.
“Estou muito feliz e entusiasmada em receber este prêmio, é uma grande motivação, não só para mim, mas para todos do Roberta Sudbrack. Estou ansiosa para a premiação”, contou a vencedora.

sábado, 22 de agosto de 2015

Torta Francesa de Limão e Coco, Quem Vai?

"Vocês, ancestrais da espécie humana, que se perderam por uma maçã... o que não fariam por uma torta desta?"
Corrompendo Brillat-Savarin

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Ingredientes do Recheio:
1/2 xícara (120 g) de manteiga
1 xícara (200g) de açúcar 
4 ovos grandes
2/3 xícara (160 ml) creme de leite fresco
1 colher de chá (5 ml) de extrato de baunilha
2 colheres de sopa (30 ml) de suco de limão 
2 colheres de chá (10 ml) raspas de limão 
1 xícara (100 g) + 1/4 xícara (25 g) de coco ralado

Massa para a base:
Ingredientes
200gr de margarina, margarina ou banha.
500gr de farinha de trigo
3 gemas
1 colher de café de sal

Como fazer a massa de base:
Peneire a farinha de trigo com o sal e coloque em uma tijela, misture com a margarina e duas gemas de ovos. Até que esta massa solte das mãos sem deixar farinha ou gordura. Para dar a cor dourada ao assar pincele a tampa da empada ou torta com a outra gema que sobrou.

Dicas. 

Essa massa tem pontos diferentes de acordo com a preferência das pessoas.
Pode ser um pouquinho bem esfarelante para as empadinhas e salgados usados em forminhas, nesse caso coloque uma clara para dar.

O outro ponto é para quando a massa é mais moldável, para tortas e empadões e quiches.. Nesse caso acrescente a massa quatro colheres de agua gelada. 

Tome cuidado para não deixar as claras cairem na massa pois, elas costumam deixar a massa mais dura. Sem a textura que derrete na boca. 

Se a massa estiver muito esfarelante acrescente um pouco mais de margarina embrulhe ela descansar por uma hora na geladeira.

Pode se usar também manteiga, ou metade margarina e metade banha, ou ainda óleo no lugar da margarina. Lembrando que a massa fica com texturas diferentes. No caso do óleo ele deixa a massa mais esfarelada no caso use meio copo de óleo para cada 250gr de farinha.

Se quiser tampar a massa faça sempre uma quantidade a qual seja possível fazer uma tampa para massa mais ou menos a receita e meia.

Ao untar a assadeira não use muita margarina para a massa não fritar. Preencha o fundo e as bordas da assadeira com massa pressionando e sempre alisando com uma colher. 

O recheio deve estar sempre frio ao cobrir a massa, para ela não cozinhar antes de ser assada dando um sabor diferente.

Para torta doces, acrescente canela em pó e um pouco de açúcar.


Modo de Preparo:
Preaqueça o forno a (200 C). 
Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura leve. 
Adicione os ovos, um de cada vez, batendo bem após cada adição. A mistura é amarelo claro e cremoso. 
Adicionar creme, extrato de baunilha, suco de limão e as raspas de limão e 1 xícara (100 g) de coco ralado. Misture bem. Despeje a mistura na *(massa de torta previamente preparada e aberta em forma canelada). Polvilhe com o restantes do coco. 
Asse por 10 minutos, em seguida, reduza o fogo para (180 C) e asse 35-40 minutos, até que o topo da torta tenha uma cor caramelo escuro. esfriar sobre uma gradinha antes de cortar em fatias e sirva com sorvete.

Pequeno Dicionario da Cozinha Baiana

Verbete F-Fatia de Parida
Rabanada ou Fatia de Parida, Torrejas, da igual!.
A receita remonta a cozinha Portuguesa, mas tradicionalmente se fixou na Bahia, a Fatia de Parida tem sabor afetivo.

Pedaços de Pão embebidos em leite e ovos, depois fritos e pulverizados com açúcar e canela.Tem sabor à casa, cozinha de vó, sem afetações e com muita simplicidade, sim esta sobremesa, com sua técnica, fala de 
reaproveitamento, com muita sensibilidade.

Também chamadas de rabanadas fazem parte de muitas mesas da consoada em Portugal, e em várias ceias do Brasil. Servem-se polvilhadas com açúcar de canela ou regadas com calda de açúcar, xarope de bordo ou mel. Outrora, a palavra "rabanada" era apenas utilizada a norte do rio Mondego e ao mesmo doce atribuía-se, a partir da margem sul do referido rio, o nome de fatia-dourada, ou fatia-de-parida. Em outros países são típicos nas celebrações de Espanha da Quaresma e Semana Santa e em várias partes do México, como Zacatecas.

Comove pela simplicidade e me faz recordar a uma cena apenas narrada, sem imagens de arquivo, mas mesmo assim, tocante do documentário, "Mensageiro entre dois mundos” um narrado pelo historiados e o etnógrafo 
Cid Teixeira, onde ele descreve que um cabisbaixo Pierre Verger, já encerrando o expediente nessa vida, encontrou-se com ele e a esposa. Quando a esposa perguntou o que Verger queria para melhorar o ânimo, ele respondeu que uma guloseima que a sua mãe fazia, mas que seria impossível de reproduzir. Ao descrever o que seria tal quitute, a mulher do amigo percebeu: era rabanada! Correu para a cozinha para fritar o pão embebido de leite e ovos, tascou açúcar e canela e o francês mais baiano da História comeu passando no rosto e chorando.

Talvez uma das coisas mais bonitas da culinária seja este dom de remeter a momentos belos da vida, onde as recordações, sejam uma ponte entre a vida material e estes momentos intangíveis.
A associação das rabanadas à quaresma deve-se talvez à necessidade de aproveitar o pão, que durante o tempo que não se comia carne, era por isso menos consumido, mesmo assim sendo produzido a mesma quantidade.

Existem múltiplas variantes, começando pelo pão, que pode ser corrente ou preparar-se especialmente para elaborar rabanadas. Algumas receitas substituem o vinho por leite, e outras prescindem da água, molhando as rabanadas só com mel quente. 

Com frequência acompanha-se de canela e cravo da Índia. Algumas variantes empregam casca de limão ou de laranja ralada para aromatizar o leite e para o toque final um pouco de açúcar de canela.

Mais recentemente apareceram variedades vegetarianas que substituem o leite de vaca por leite de soja e o ovos por farinhas de grão de bico, farinha de soja ou outras leguminosas.

Do pão, aproveita-se tudo. Pensando assim, há centenas de anos, cozinheiros portugueses criaram uma receita da qual o Brasil se apoderou e hoje é um quitute típico do nosso cardápio natalino: a rabanada. O nome pode mudar, mas não a matéria-prima. Feita com pão amanhecido, umedecido em vinho ou na mistura de leite condensado, leite e ovos, a guloseima é facilmente encontrada em padarias e lojas similares. Há quem acrescente nozes, frutas secas, mel, leite de coco, sorvete e raspas de frutas cítricas à rabanada para deixá-la ainda mais irresistível.


No livro do cronista Jolivaldo Freitas "O JEITO BAIANO" ele cita "fatia de parida de dona Aydil" como uma iguaria das mais desejadas.

A rabanada aparece documentada no século xv, citado por Juan del Encina: «mel e muitos ovos para fazer rabanadas», ao parecer como prato indicado para recuperar de partos (daí a" fatia-de-parida"). 

Na Espanha, elas rabanadas assumem o nome de Torrejas.
As primeiras receitas remontam ao livro de cozinha de Domingo Hernández de Maceras (1607) e da Arte de cozinha, pasteleira, vizcochería y conservería de Francisco Martínez Motiño (1611). A rabanada era, no inicio do século xx, muito comum nas tabernas de Madrid e servia-se com jarros de vinho "razos"! A associação das rabanadas à Quaresma deve-se talvez à necessidade de aproveitar o pão, que durante o tempo que não se comia carne, era por isso menos consumido, mesmo assim sendo produzido a mesma quantidade. 
Em França prepara-se com características similares, o "Pain perdu" (pão perdido), se bem que não se frite em azeite abundante mas sim numa chapa, conhecendo-se no Reino Unido e países de língua inglesa com "French toast". Em Portugal preparam-se as rabanadas, de forma muito similar às torrijas ou torradas da vizinha Espanha.

Receita de Rabanada com leite de Coco
Ingredientes:
1 pão para rabanada amanhecido

250Ml de leite de coco fresco
3 xícaras (chá) de leite
3 colheres (sopa) de açúcar
3 ovos inteiros ligeiramente batidos
Açúcar e canela para polvilhar à gosto Óleo de soja para fritar quanto baste

Modo de preparo:
Corte o pão em rodelas de dois dedos de largura. Misture o leite de coco com o leite e o açúcar. Passe as fatias de pão na mistura de leite, nos ovos batidos, e leve a fritar em óleo de soja quente. Quando dourar de um lado vire para dourar do outro. Retire da frigideira e deixe em papel absorvente para retirar o excesso de gordura. Polvilhe com o açúcar misturado à canela. .